sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

“Somos donos do que calamos e escravos do que falamos.”

As palavras ditas são como grãos de areia jogados no caminho. Ainda que se tente voltar a ajuntar tudo o que foi solto, jamais se consegue recuperar a totalidade. Sempre ficam resquícios. As palavras ditas são assim: nunca se pode voltar atrás e recuperar o que já disse. Tornamos-nos, então, escravos do que falamos.
Aquele que muita fala, muito se entrega, corre mais riscos, está sujeito às conseqüências e mais suscetível ao erro.
Já aquele que se cala está menos vulnerável e menos exposto. Torna-se senhor e não escravo.
Mas…
O que seria do mundo sem as palavras ditas?

Como se iniciariam relacionamentos sem as palavras de amor?

Como aconteceriam as reconciliações sem as palavras de perdão?

Como escreveriam os livros sem as palavras dos poetas?

As palavras ditas ou escritas são primordiais para a evolução da sociedade.
O que falta é o equilíbrio entre o que deve ou não ser dito, o que pode ou não ferir quem ouve e se, o que se fala, gerará mudanças positivas ou não.
As palavras ganham credibilidade quando somadas com atitudes.
Portanto, fiquemos com as palavras de Confúncio, filósofo chinês, onde ele diz:

“Aja antes de falar e, portanto, fale de acordo com os seus atos.”




Colei esse texto porque achei lindo! Já gritei minhas idéias, já falei muito e hoje em dia aprendi que é mais difícil porém muito melhor calar-se. Palavras convencem e exemplos arrastam.

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